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Novo drama na br-381

Na edição de 28 de janeiro, o Hoje em Dia noticiava que, mais uma vez, as ansiadas obras de duplicação da BR-381 corriam risco de paralisação total por causa do aumento do preço do asfalto, que tivera uma majoração de 40%. No dia anterior a esta edição, a presidência da República fazia sua primeira reunião ministerial no segundo mandato. Entre outras coisas, foi dito, na reunião, que estava sendo definida “uma nova carteira de investimentos em infraestrutura”.

As consequências dessa fala não demoraram. Mais uma vez, a 381 fica à mercê dos humores do Palácio do Planalto. O governo decidiu rever os contratos das empreiteiras responsáveis pelas intervenções viárias no país. Em função do aumento no preço do asfalto – que, em seu aspecto bruto, é um produto exclusivo da Petrobrás, por ser um derivado do petróleo – serão feitas readequações nos preços das obras.

Até aí tudo bem. O problema é que o repasse dos recursos para as construtoras também não tem sido honrado. Isso vem acontecendo desde novembro. Conforme constatou a reportagem do HD, seis dos nove lotes das obras de duplicação diminuíram o ritmo. Dois estariam completamente parados.

E o efeito é em cascata. Como lembrou o presidente da Fiemg no Vale do Aço e coordenador do Movimento Nova 381, o impacto também atinge as empresas terceirizadas, que ficam sem receber das empreiteiras.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o Dnit, antigo DNER, emitiu uma nota afirmando que “os pagamentos às empresas já estão sendo regularizados”.

Mas comunicados de órgãos públicos nem sempre espelham a verdade, ou tentam amenizar a situação. Apenas para uma das empresas envolvidas a dívida não honrada estaria em R$ 17 milhões. Os prejuízos são inevitáveis no cronograma das obras, que também são impactadas por problemas relacionados com licenças ambientais e desapropriações de terrenos.

A BR-381, por seu traçado sinuoso, suas dezenas de curvas e pista simples, foi apelidada de “Rodovia da Morte”, pelos inúmeros acidentes mortais que ocorrem nela. A obra de duplicação é importante principalmente pela valorização da vida.


FIM

(http://www.hojeemdia.com.br, com modificações nossas para fins didáticos)



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