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Gestão de pessoas

Nas empresas privadas e órgãos públicos existem locais responsáveis pela gestão de pessoas. Nesses locais, existe um recrutamento de pessoas e existe também a administração de recursos humanos onde as pessoas são alocadas conforme a aptidão de cada uma ou realocadas quando não se adaptam ao setor para o qual foram enviadas. Em ambientes de trabalho é muito comum a disputa por cargos mais importantes ou por uma função comissionada. Em meio a essas disputas, muitas às vezes, ocorrem desentendimentos entre funcionários, empregados, etc. Nestes locais, a “concorrência” às vezes é grande e algumas pessoas se aproveitam de determinadas situações para fazer uma intriga, criar uma animosidade entre colegas, deixar um clima desagradável e hostil. Nesta hora, é preciso ter administradores competentes para lidar com essas situações, gestores que realmente trabalhem não apenas em prol da empresa ou órgão, mas principalmente em prol da boa harmonia entre esses colegas de trabalho. Infelizmente, nem sempre existem gestores competentes o bastante para administrar conflitos. Não basta o gestor ser simpático e cordial, é preciso um certo jogo de cintura.

Uma coisa que observo nessas horas é que os conflitos entre funcionários são tratados de forma sigilosa. Mas por que sigilosa? Os gestores geralmente alegam que é para preservar o funcionário, para não expor o problema. Meus caros, por acaso não devo eu assumir os meus atos? Um covarde não assume seus atos, ao contrário, mente e manipula as informações, mas uma pessoa digna por acaso não assumirá os seus atos? Então, porque manter tanto sigilo sobre as coisas que acontecem em um ambiente de trabalho? Porque essa necessidade de gerir as coisas de forma sigilosa, sem transparência? Quem não deve não teme. Um bom gestor procura entender as causas do problema para então aplicar a melhor solução. Suponhamos que dois funcionários começam a discutir e um acaba agredindo o outro. O bom gestor tentará entender o que aconteceu, irá confirmar a veracidade das informações, irá procurar provas concretas do acontecido e só então tomará uma decisão. Não basta dizer é preciso provar. E se não há provas não há crime. Entretanto, nestas horas o mau gestor pode julgar conforme a cara. Pode agir com parcialidade. Pode-se aproveitar de sigilos para proteger alguém. Penso que uma boa gestão é aquela clara, transparente, preto no branco. Tudo provado, tudo confirmado e acessível a quem quiser. Penso que uma boa gestão é aquela em que o gestor procura entender o problema de cada um e procura conciliar as partes e não simplesmente aplicar uma advertência ou instaurar um processo administrativo. Um ambiente de trabalho deve ser um ambiente cordial, de amigos e não de inveja e disputa como muitas vezes acontece. O gestor embora tenha essa função não pode pensar que é dono da empresa, que tira e coloca quem ele quer. Na minha concepção, antes de qualquer decisão arbitrária, é preciso verificar se houve de fato justiça e imparcialidade.

 

Julgamentos levianos

É incrível a capacidade que o ser humano tem de fazer julgamentos levianos a respeito dos outros. Deve ser por isso que existe o termo popular: “julgar pela cara”. Quem vê cara não vê coração. Mas não é só pela cara que somos julgados, mas as vezes por pequenas atitudes ou detalhes irrelevantes. Você já se sentiu assim? Eu já. E foram muitas vezes. É só que vejo aí fora. São fofocas carregadas de pura maldade. Uma vez fiz uma equação que explica toda a sociedade: assédio moral + injustas proteções + quadrilha organizada. A primeira palavra se refere ao modo como respeitam e olham você. A segunda dispensa explicações, ela é autoexplicativa. Serve para qualquer situação. A terceira é quando além de tudo isso as pessoas formam conchavos para sabotar os outros colegas. Já vi muito isso. Em muitos lugares e oportunidades. Para mim é inadmissível que as pessoas formem conchavos para sabotar outros colegas. Isso é o que há de pior e mais degradante na humanidade. É difícil para esses patetas entenderem que estas atitudes são desumanas, descabidas.

As pessoas ao invés de procurarem entender as razões e motivações que levam o outro colega a ter reações desagradáveis ou inesperadas preferem fazer julgamentos precipitados dessa pessoa. Até deram um nome para isso: preconceito e discriminação. Só que a maioria acha que preconceito e discriminação se restringem a raça, cor da pele ou opção sexual. Existe também o preconceito intelectual. Outro detalhe importante é que normalmente essas pessoas preconceituosas só enxergam o que os outros fazem com eles mas são incapazes de ver o que eles fazem com os outros. Misericórdia. Até quando teremos que aguentar estas pessoas?

 

Sobre os erros

Quando vemos alguma coisa errada, apontamos o erro e às vezes somos repreendidos por outros, que alegam que todos são pecadores. Dizem que não se deve julgar, que o homem é fraco. Meus caros, somos responsáveis por nossos atos. Se você faz uma coisa é seu dever assumir o que fez. Quantas vezes vi pessoas fazendo coisas erradas e na hora de assumir seus erros mentiam para fugir de responsabilidades. Assuma seus erros, não seja covarde. Reconheça que errou e que irá procurar ser melhor. Esse negócio de que o homem é fraco, é coisa para inglês ver. O homem quando peca sabe muito bem o que está fazendo, só não quer admitir isso. Todos podem se arrepender e voltar atrás, todos podem ser melhores, só não se corrige quem não quer, só não se corrige quem é egoísta demais para procurar ser melhor. O egoísta não reconhece seus erros, quer tudo para si. Como alguém egoísta pode ser melhor? Como alguém mal pode ser melhor? Três pessoas ganharam vinte mil reais. Uma pegou os vinte mil e comprou roupas e joias. Outra pegou o dinheiro e viajou pelo mundo. Mas a terceira pegou o dinheiro e comprou remédios para as pessoas doentes da família. As pessoas têm o livre-arbítrio, mas todas são responsáveis pelo que fazem.


FIM

(Daniel de Melo Costa, http://www.dm.com.br/opiniao/2015/02/gestao-de-pessoas.html)



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