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Eu vou para o Parcão

No próximo domingo, vou protestar com meu direito fundamental de liberdade de expressão e lutar pela manutenção da liberdade de imprensa. Mas não me atribuam o qualificativo de golpista ou de alinhada com a direita, muito menos me identifiquem com quem quer o impeachment. Não pertenço a partido político ou fui ou financiada, porque consciência, moral, ética, honestidade, resguardo do dinheiro público não têm preço. Estarei lá para protestar contra todos que tenham sangrado os cofres públicos, contra a corrupção, descontente com promessas de campanha que se configuraram em estelionato eleitoral. Vou pelo direito de saber quem deixou a Petrobrás nessas condições. Para que paguem por seus crimes e restituam o dinheiro desviado. Pelo fim dos projetos de poder, dos empréstimos sem transparência.

Sou da classe média mas não me enquadrem como pertencente a um grupo estigmatizado que leva a pecha de “coxinha”. Trabalho três turnos pela minha vida inteira e o custo pessoal é alto. Não me passem a fatura do desvio praticado. Como contribuinte, quero que o arrecadado dos altos impostos seja usado para custear direitos sociais da população desfavorecida que amarga em filas e no chão dos corredores de hospitais, em uma educação pública de qualidade já no ensino fundamental, em segurança pública, em infraestrutura e em melhoria das condições de vida da nação. Não posso conviver com um salário mínimo insuficiente para o mínimo existencial enquanto que alguns políticos empurram o orçamento estatal para o buraco. Quem quer enriquecer não pode estar no serviço público. Busco solidariedade com o próximo que perde seus direitos custeando falcatruas. Lá, passarei recado para o governo e políticos: humildade é uma qualidade, autocrítica contribui para corrigir o rumo, alternância no poder é democracia. Atribuir os problemas econômicos a fatores externos ou causas naturais do meio ambiente, é fazer como o avestruz faz; coloca a cabeça no buraco. Aos políticos e intelectuais que atribuem aos movimentos sociais das redes o título de golpistas, não sou oito ou oitenta, só não aceito pano de fundo nem cortina de fumaça. Creio no Brasil e não pretendo ser a última a “apagar a luz”.


FIM

(REGINA LINDEN RUARO, http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/?topo=13,1,1,,,13, com modificações nossas para fins didáticos)



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