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Rotinas em desastres no carnaval

Três episódios consternaram os fluminenses neste carnaval: o entrevero com arma de fogo em Paraty, com um morto; o incêndio do Shopping Nova América; e a morte brutal de três pessoas por choque elétrico em Nova Iguaçu. Fatalidades, de fato, cujo manejo se torna mais difícil, dada a complexidade que os milhões nas ruas impõem às autoridades. Rever e aprimorar rotinas, contudo, minimiza baixas e prejuízos.

No caso de Paraty, infelizmente há poucas alternativas, a não ser o de praxe na vigilância de aglomerações: tentar identificar os responsáveis, o que já está sendo providenciado.

O fogo no Nova América, no entanto, diante do relato de testemunhas de que faltou água — fato negado tanto pelos bombeiros quanto pela administração do shopping —, cabe indagar se haveria outros procedimentos para estancar as chamas mais rapidamente. A tragédia só não foi maior porque o estabelecimento ainda não estava aberto.

Finalmente, no caso do carro alegórico em Nova Iguaçu que esbarrou na rede elétrica, matando três que o empurravam, sobressai um certo amadorismo, observado na armação do desfile e no suporte de saúde, já que uma das viúvas afirma que a ambulância demorou a chegar.

São obra do imponderável, mas é dever do Estado se preparar a elas, aperfeiçoando rotinas e produzindo redundâncias, tudo para tentar conter a crise antes que ela tome proporções catastróficas.


FIM

(http://odia.ig.com.br/noticia/opiniao/2015-02-17/editorial-rotinas-em-desastres-no-carnaval.html)



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